Serviço atribuído ao SAAE teria sido encerrado sem o recapeamento do trecho, provocando desvios perigosos e preocupação com acidentes
Moradores e comerciantes da Avenida Cristiano Dias Lopes Filho, na Barra, em Marataízes, estão cobrando providências para a conclusão de um serviço realizado há cerca de 60 dias na via. Segundo relatos, funcionários do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) abriram um trecho da pista para executar reparos na rede coletora, mas, após a intervenção, o local teria sido apenas fechado, permanecendo sem o devido recapeamento asfáltico.
A situação, que inicialmente seria uma intervenção pontual na rede de esgoto, acabou se transformando em um problema para quem circula diariamente pela avenida. O trecho onde o serviço foi realizado apresenta diferença em relação ao restante do pavimento e, de acordo com comerciantes da região, vem obrigando motoristas a fazer manobras para evitar a área.
“A avenida é movimentada e diariamente vemos motoristas desviando da parte inacabada do serviço e invadindo a pista contrária, colocando em risco outros motoristas, ciclistas e pedestres no local”, relatou um comerciante das proximidades.
Risco de acidentes preocupa comunidade
A principal preocupação dos moradores é que a situação deixe de ser apenas um problema de conservação da via e passe a representar um risco concreto de acidentes.
Com o movimento constante de veículos, as manobras realizadas para escapar do trecho irregular podem resultar em conflitos entre carros que trafegam em sentidos opostos. Ciclistas e pedestres também ficam mais vulneráveis, principalmente em momentos de maior fluxo.
Para os comerciantes, além do risco à segurança, a demora na conclusão do serviço causa a impressão de abandono de uma intervenção que deveria ter sido temporária.
Moradores cobram providências da Prefeitura

Diante da demora, moradores fazem um apelo para que a Prefeitura adote as providências necessárias e notifique o SAAE para que o serviço seja finalmente concluído, com a recuperação adequada do pavimento.
A cobrança é para que o trecho seja devidamente recapeado e volte a oferecer condições seguras de circulação, evitando que uma intervenção que deveria ser temporária permaneça por aproximadamente dois meses gerando transtornos e aumentando os riscos para quem utiliza a avenida diariamente.
A insatisfação também se estende à forma como, segundo moradores e comerciantes, o serviço vem sendo conduzido pelo SAAE.
“Acho que realmente Marataízes é maltratada pelo SAAE, que há muito deixou de ser uma empresa família. Além de não concluir devidamente o serviço, deixa o local com aspecto de abandono, sujo, empoeirado e podendo causar acidentes”, disse uma moradora local.
Para a comunidade, a expectativa é que o município cobre uma solução e que o serviço seja concluído definitivamente, antes que a precariedade do trecho resulte em um acidente ou provoque consequências ainda mais graves para quem circula pelo local.


























