Formação reúne 150 profissionais da rede de proteção e faz parte de pacto firmado entre o município e o Ministério Público do Espírito Santo
A Prefeitura de Anchieta iniciou, nesta quinta-feira (20), uma formação destinada a profissionais que atuam no atendimento e na proteção de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. A capacitação acontece nos dias 20 e 21 de agosto e integra as ações previstas no Pacto de Compromisso pela Defesa e Proteção das Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência, firmado entre o município e o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES).
Nesta primeira etapa, 75 profissionais participam da formação. Uma segunda turma será capacitada nos dias 17 e 18 de setembro, também com 75 participantes. Ao final das duas etapas, 150 profissionais terão recebido a capacitação.
A iniciativa tem como objetivo qualificar as equipes que integram a rede municipal de proteção, aprimorando a identificação de situações de violência, os procedimentos de encaminhamento e a articulação entre os diferentes serviços responsáveis pelo atendimento.
A proposta é garantir que crianças e adolescentes que tenham sido vítimas ou testemunhas de violência recebam um atendimento cada vez mais adequado, humanizado e integrado, com respeito aos seus direitos, à dignidade e à condição de pessoas em desenvolvimento.
A organização da formação conta com a participação do Comitê “Anchieta que Protege”, que atua na articulação de iniciativas voltadas à defesa e à garantia dos direitos de crianças e adolescentes no município.
Fortalecimento da rede de proteção
A capacitação também representa mais uma etapa da implementação das ações previstas no pacto firmado com o Ministério Público. A medida busca fortalecer a atuação conjunta dos profissionais e serviços que compõem a rede municipal de proteção, tornando o atendimento mais preparado para lidar com situações de violência.
Ao capacitar 150 profissionais, Anchieta amplia a preparação de suas equipes para reconhecer possíveis situações de violência, realizar os encaminhamentos necessários e assegurar um atendimento que priorize a proteção integral de crianças e adolescentes.
A formação reforça, ainda, a importância de uma atuação integrada entre os diferentes setores envolvidos na proteção da infância e da adolescência, contribuindo para que os casos sejam tratados com maior cuidado, responsabilidade e respeito às vítimas.


























