Fogo atingiu área próxima ao trevo do Supermercado BH e chegou a ameaçar vegetação nativa e uma residência
A Coordenação de Defesa Civil de Marataízes foi acionada nesta sexta-feira (7) para atender a uma ocorrência de incêndio em uma área de vegetação próxima ao trevo do Supermercado BH, às margens da rodovia Marataízes-Safra (ES-490). O fogo foi controlado pela equipe da Defesa Civil, com apoio de uma guarnição do Corpo de Bombeiros.
Segundo o coordenador da Defesa Civil, Jones Toledo, o incêndio teria começado após um motorista retirar capim de uma área utilizada por vendedores de frutas, como abacaxis e melancias, para forrar a caçamba de uma picape que seria utilizada no transporte dos produtos.
Ainda de acordo com Toledo, as chamas se aproximaram de uma pequena área de vegetação nativa e de uma residência localizada nas proximidades. O fogo chegou a atingir o muro do imóvel, que tinha um veículo estacionado na garagem, mas a rápida atuação das equipes evitou que as chamas avançassem e provocassem danos maiores.

O incêndio também provocou a morte de pequenos animais que estavam na área atingida, entre eles algumas cobras.
Alerta durante período de estiagem
A ocorrência reforça o alerta das autoridades para o risco de queimadas durante o período de estiagem, especialmente em dias de tempo seco e ventos fortes, condições que favorecem a rápida propagação das chamas.
O coordenador da Defesa Civil também chamou a atenção para os riscos provocados pela prática de atear fogo em áreas de vegetação.
“Estamos monitorando todo o território de Marataízes, principalmente neste período de estiagem e ventos fortes. Qualquer foco de incêndio nessas condições pode se alastrar, ficar incontrolável e causar prejuízos e até risco à vida”, afirmou Jones Toledo.
O coordenador destacou ainda que a equipe permanece em alerta para atender ocorrências e agradeceu o apoio do Corpo de Bombeiros e da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) nas ações de combate ao incêndio.
Importante: como a informação sobre a origem do incêndio é atribuída ao coordenador da Defesa Civil e não há, no texto, confirmação de autoria pelas autoridades policiais, é mais seguro utilizar expressões como “teria sido provocado” ou “segundo a Defesa Civil”, em vez de afirmar categoricamente que se tratou de um incêndio criminoso.





















