Atrocidade: Israel ignora tratado de paz e lança ataque mortal contra o Líbano

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G1

Escombros de ataque israelense no bairro de Al-Mazraa, em Beirute, capital do Líbano, em 8 de abril de 2026. — Foto: REUTERS/Raghed Waked

Uma onda de bombardeios feitos por Israel na quarta-feira (8) causou mortes e destruição no Líbano. Foram 160 mísseis disparados contra o território libanês em um intervalo de 10 minutos. O ataque deixou mais de 250 mortos e diversos edifícios destruídos.

Os bombardeios atingiram cerca de 100 alvos do grupo terrorista Hezbollah em diversas regiões do Líbano, inclusive em Beirute, segundo o Exército israelense. Além da capital, os ataques também atingiram regiões no sul do país, de ambos os lados do rio Litani, o leste e o extremo norte libanês.

Vídeos e fotos mostraram a intensidade do ataque. Mísseis israelenses foram vistos atingindo prédios e cidades libanesas. Prédios foram reduzidos a escombros e, desde então, equipes de resgate libanesas se mobilizaram para resgatar as vítimas.

O governo libanês afirmou que os bombardeios israelenses deixaram ao menos 254 mortos e 890 feridos. Entre os mortos, 182 são apenas em Beirute. O ataque ocorreu no meio do dia, e alguns dos vídeos mostram que havia muita gente na rua da capital libanesa.

O Exército israelense admitiu que atingiu áreas densamente povoadas no Líbano com seus mísseis, porém, alegou ser necessário porque membros do Hezbollah se esconderam entre os civis. A pasta disse também que emitiu ordens de evacuação para as regiões que seriam alvejadas.

Contexto: o conflito entre Israel e Hezbollah foi retomado no início de março, após o grupo terrorista (que é apoiado por Teerã) lançar ataques aéreos contra o território israelense, em retaliação a bombardeios de Israel a alvos no Irã. As ações mergulharam o Líbano em uma crise humanitária.

O ataque, que Israel disse ser “a maior onda de bombardeios” da guerra contra o Hezbollah, ocorreu horas após o início de um cessar-fogo no conflito no Oriente Médio. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, alegou que a frente do conflito no Líbano não se aplica ao acordo. O presidente dos EUA, Donald Trump, saiu em defesa de Israel.

O mediador Paquistão, no entanto, disse explicitamente que o Líbano está incluso na trégua. O Irã, por sua vez, acusou Israel de violar o cessar-fogo e voltou a fechar o Estreito de Ormuz por conta disso, além de dizer que o país “pagará caro” e será “punido” se prosseguir com os ataques. Mesmo assim, Netanyahu disse nesta quinta que os bombardeios continuarão.

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