Bolsonaro critica isolamento e diz que brasileiro é forte e não teme perigo

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Bolsonaro critica isolamento e diz que brasileiro é forte e não teme perigo

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar as medidas de isolamento social como forma de conter a disseminação do novo coronavírus. Segundo o presidente, o "povo brasileiro é forte e não tem medo do perigo". Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registra até o momento 220.161 mortes pela covid-19, cerca de 0,1% da população brasileira.

Bolsonaro disse fazer um apelo aos governadores e ressaltou que, segundo ele, "a política de fechar tudo e ficar em casa não deu certo". "Os mais vulneráveis são velhos e com comorbidades, o resto tem que trabalhar", completou.

"Reformulem essa política e entendam cada vez mais que o isolamento, o lockdown, o confinamento nos leva para a miséria. Eu sempre disse lá atrás, a economia anda de mãos dadas com a vida. A vida sem recursos e sem emprego torna-se muito difícil", disse o presidente durante discurso.

Bolsonaro também comemorou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje, que apontam a criação de 142 mil vagas de trabalho com carteira assinada em 2020 no País.

O presidente participou nesta manhã da inauguração de ponte da BR-101, que liga as cidades de Propriá (SE) a Porto Real do Colégio (AL). A cerimônia faz parte de série de viagens que o presidente e a comitiva fazem ao Nordeste para entrega de obras de infraestrutura. As obras da ponte tiveram início em junho de 2013 e foram concluídas em setembro de 2016. Entretanto restava para a entrega da obra o nivelamento das cabeceiras da pista, que tiveram início em 2019.

Acompanharam o presidente os ministros do Turismo, Gilson Machado, da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, o senador Fernando Collor (PROS) e o governador de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD).

Vacina

O presidente também disse que o governo comprará qualquer vacina aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mais cedo, Gilson Machado havia dito que Bolsonaro foi "estrategista". Segundo o ministro, o presidente "só falou da vacina quando a Anvisa liberou". Entretanto, Bolsonaro já havia feito menções ao imunizante em transmissões ao vivo e em conversas com apoiadores onde questionou a eficácia da vacina e disse que não compraria o imunizante produzido pelo Instituto Butantan.

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