Agroindústria de Cachoeiro recebe selo de qualidade

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REDAÇÃO

O selo permite que os produtos sejam comercializados em todo o território nacional – Foto: Divulgação/PMCI

Uma tradição familiar. Uma receita passada entre gerações na mesma família. A agroindústria Calvi, que produz laticínios, na comunidade de Alto Gruta, recebeu, nesta semana, a notícia de que dois dos seus produtos foram reconhecidos com o Selo Arte.

Na última segunda (09), o Diário Oficial da União publicou que o queijo minas, o meia cura e a manteiga extra com sal, produzidos pela família, atendem aos requisitos preconizados para produtos artesanais dispostos na legislação federal.

O Selo Arte leva em consideração não apenas o processo de fabricação, mas também a qualidade e higiene no preparo, pois exige como pré-requisito para a concessão que o fabricante esteja regularizado junto a um Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que é um órgão ligado à prefeitura e zela pela qualidade do que é produzido pelas agroindústrias locais.

Com ele, será possível novas possibilidades de negócios, pois o selo permite que os produtos sejam comercializados em todo o território nacional. Até então, os fabricantes já eram reconhecidos na região, pois tinham o Selo SUSAF (Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar de Pequeno Porte – Susaf/ ES), adquirido junto ao SIM, que possui equivalência com o Serviço de Inspeção Agroindustrial de Pequeno Porte (Siapp/ Idaf). Isso já permitia a comercialização dentro do estado.

“Apoiar a agroindústria familiar rural é uma missão da Secretaria Municipal de Agricultura. Esse tipo de empreendimento gera renda, trabalho e desenvolvimento sustentável ao meio rural, além de possibilitar a permanência econômica e social das famílias no campo”, afirma o secretário municipal de Agricultura, José Arcanjo Nunes.

Premiados

Não foi a primeira vez que a agroindústria familiar foi reconhecida por seu trabalho. O queijo minas meia cura já havia conquistado uma medalha de ouro em um concurso nacional de queijos, ocorrido em Santa Catarina no ano de 2025. Com a publicação no Diário Oficial da União, eles conseguem reconhecimento por uma tradição.
A fabricação dos lácteos começou no início do século passado, com os bisavós do atual responsável pelo laticínio, Carlos Eduardo Furlan Calvi. A receita tem sido passada por gerações dessa mesma família.

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