Arco do Triunfo, em Paris, é alvo de atentado, diz Macron

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G1

Soldados vigiam entorno do Arco do Triunfo, em Paris, após local ser alvo de atentado, em 13 de fevereiro de 2026. — Foto: Benoit Tessier/ Reuters

Um homem armado com uma faca atacou policiais que vigiavam o Arco do Triunfo, em Paris, nesta sexta-feira (13), segundo a polícia francesa. O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que o ato foi um ataque terrorista “islâmico”.

Segundo o prefeito do 8º distrito de Paris, um homem tentou esfaquear um dos policiais que faziam a guarda do local, mas foi alvejado por outro policial. O departamento antiterrorista foi acionado e, segundo Macron, constatou tratar-se de um atentado.

O presidente francês afirmou que grupos de turistas visitavam o local, um dos principais pontos turísticos de Paris, no momento do ataque, mas a polícia disse que não houve feridos.

“No Arco do Triunfo, esta noite, enquanto a Chama era reacendida, um ataque terrorista teve como alvo a Guarda Republicana. Diante do terrorismo islâmico, a chama republicana sempre permanecerá acesa”, declarou Macron.

O presidente francês não deu informações sobre o autor do ataque, e nenhum grupo terrorista havia reivindicado autoria do atentado até a última atualização desta reportagem.

O Arco do Triunfo e o entorno foram fechados para a passagem de pedestres e veículos após o episódio.

Há pouco mais de dez anos, a França foi alvo de uma onda de atentados cometidos pelo grupo terrorista Estado Islâmico. Dois ocorreram em Paris. Em um deles, em janeiro de 2015, os irmãos Said e Cherif Kouachi mataram 12 pessoas na sede do semanário satírico francês Charlie Hebdo, em Paris. Entre as vítimas estavam o diretor da publicação, vários de seus renomados cartunistas e dois policiais.

O segundo, em novembro do mesmo ano, foi o pior atentado terrorista da história da França: homens armados abriram fogo contra diversos pontos de Paris, entre eles a casa de shows Bataclan, vários bares e restaurantes do centro da capital francesa e os arredores do Stade de France, onde ocorria um jogo da seleção francesa.

No total, 130 pessoas morreram, principalmente jovens, e mais de 350 ficaram feridas. O Estado Islâmico reivindicou os ataques.

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