“Ovo” dourado encontrado nas águas do Alasca

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Estranho ‘ovo’ descoberto durante expedição da NOAA nas águas do Alasca — Foto: NOAA

Utilizando um veículo submarino pilotado remotamente, pesquisadores encontraram um estranho “ovo” dourado no fundo do mar do Alasca. A descoberta ocorreu no dia 30 de agosto durante expedição conduzida por uma equipe da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).

Na expedição, chamada de Seascape Alaska 5, os pesquisadores navegaram a bordo do Navio NOAA Okeanos Explorer e fizeram mergulhos com um submarino remoto em profundidades de 200 a 6 mil metros, de acordo com a NOAA. A expedição começou em 23 de agosto de 2023 nas águas da cidade de Kodiak, no Alasca, e terminará em 16 de setembro, em Seward, outro município do mesmo estado.

Segundo relata o site Miami Herald, a equipe encontrou o “ovo” a uma profundidade de cerca de 3 km. A esfera tinha um curioso buraco, o que levou um pesquisador a dizer durante transmissão online da descoberta que “algo tentou entrar ou sair” do objeto.

Braço robótico acopla tubo para coletar o estranho “ovo” dourado — Foto: NOAA

Um braço operado remotamente tentou “fazer cócegas” na esfera, revelando que ela era delicada ao toque, como tecido de pele. Então, o item foi sugado para um tubo e coletado para passar por testes de laboratório.

Em uma publicação no Twitter, a NOAA disse que o “orbe dourado, provavelmente uma casca de ovo” despertou a imaginação de pessoas que acompanharam o mergulho na transmissão online. Mas os pesquisadores têm outra hipótese para explicar o estranho objeto dourado: podem ser apenas restos de alguma esponja.

“Quando nosso conhecimento coletivo não consegue identificá-lo, é algo estranho”, concluiu um membro da expedição, segundo o Miami Herald. “Que tipo de animal faria uma casca de ovo assim?”, questionou.

O objeto não identificado fora das águas do Alasca — Foto: NOAA

De acordo com a NOAA, o objetivo de expedições como essa é “explorar habitats de corais e esponjas de águas profundas, habitats de peixes, comunidades quimiossintéticas e a coluna de água”, aprimorando o conhecimento dos “riscos geológicos passados ​​e potenciais.”

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